quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Portarias o Programa de Distribuição de Carnes Bovina e Bubalina ao Comércio Varejista



PORTARIA Nº 145, DE 1º DE SETEMBRO DE 1998

O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto na Portaria Ministerial nº 304, de 22 de abril de 1996, alterada pela Portaria Ministerial nº 350, de 21 de junho de 1996, e;

Considerando o disposto na Portaria SDA nº 142, de 23 de dezembro de 1997, que submeteu à consulta pública o Projeto de Portaria, objetivando incrementar o programa de distribuição de carnes bovina e bubalina no comércio de distribuição e varejista;

Considerando todas as sugestões emanadas das representações de classe dos produtores dos estabelecimentos de abate e industrialização, dos varejistas e consumidores, resolve:

Art. 1º Incrementar o Programa de Distribuição de Carnes Bovina e Bubalina ao Comércio Varejista, previamente embaladas e identificadas, instituindo a obrigatoriedade da desossa ou fracionamento dos cortes secundários do traseiro e do dianteiro, destinados a estabelecimentos de distribuição e varejo.

Parágrafo único. Os cortes obtidos com o fracionamento do traseiro e dianteiro, tradicionalmente comercializados com ossos, poderão continuar sendo comercializados dessa forma, desde que embalados, identificados e acondicionados em containers apropriados e devidamente aprovados para a finalidade, atendidos os demais requisitos da Portaria Ministerial nº 304, de 22 de abril de 1996, e das Portaria SDA nºs 89 e 90, de 15 de julho de 1996.

Art. 2º O Programa deverá ser incrementado de forma gradativa, iniciando-se pelos Municípios mencionados nas Portaria SDA nº 89, de 15 de julho de 1996, nº 135 de 4 de novembro de 1996, nº 36 de 30 de abril de 1997 e nº 77 de 5 de agosto de 1997, acrescidos dos Municípios de Belo Horizonte, Poços de Caldas em Minas Gerais e Jequié na Bahia.

Parágrafo único. O prazo para implantação da obrigatoriedade da desosa ou do fracionamento tratada no Art. 1º da presente Portaria, no Municípios mencionados no Art. 2º, é de 120 dias após a publicação da presente Portaria e o prazo final para a instituição dessa obrigatoriedade nos demais Municípios da União é de 30 de agosto do ano 2000, permanecendo para esses as exigências quanto à temperatura, etiqueta de identificação e, se for o caso, embalagem dos grandes cortes.

Art. 3º A adesão de outros Municípios poderá se dar a qualquer tempo por decisão das Prefeituras que ficam também responsáveis, através dos órgãos competentes, pela fiscalização sobre o transporte e comercialização nos termos da legislação vigente.

Art. 4º Para os estabelecimentos que aderirem ao programa torna-se facultativo o fracionamento dos cortes secundários do traseiro e do dianteiro de bovinos e bubalinos em grandes peças, desde que a entrega aos estabelecimentos varejistas e faça nas condições definidas no Parágrafo único d art. 1º.

Art. 5º Os estabelecimentos de abate, os entrepostos de carnes e derivados e as fábricas de conservas sob regime do Serviço de Inspeção Federal localizados em outros municípios não previstos no Art. 2º que já dispõem de instalações adequadas e aprovadas para as atividades de corte e desossa que distribuem carnes desossadas aos estabelecimentos varejistas, poderão aderir de imediato ao programa, mediante comunicação formal ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA.

Parágrafo único. Os demais estabelecimentos sob regime de Inspeção Estadual ou Municipal, conforme as competências estabelecidas pela Lei nº 7.889m de 23 de novembro de 1989, que atendam o Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação, poderão igualmente aderir ao programa mediante Termo de Compromisso firmado às respectivas autoridades municipais ou estaduais, que avaliarão as condições técnicas dos mesmos, assegurando a real capacidade e manutenção dos parâmetros de temperatura das carnes exigidos pela Portaria Ministerial nº 304/96.

Art. 6º Os estabelecimentos varejistas que desejarem a transformação para entreposto de carnes com vistas à habilitação para realização do fracionamento e desossa para adesão ao programa, deverão requerer as autoridades competentes, nos termos da Lei nº 7.889/89, apresentando projeto de adequação à Portaria Ministerial nº 368/97, que aprovou o Regulamento Técnico sobre as condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Elaboradores/Industrializadores de Alimentos e cumprirem o Código de Posturas Municipais, além das condições mencionadas no Parágrafo único do art. 5º.

Art. 7º Dar início à Segunda fase do aperfeiçoamento das práticas de comercialização de carne, como elemento fundamental de introdução de um Programa de Resposta Eficiente ao Consumidor (REC), bem como para garantir aos clientes compradores de Cortes Técnicos, o direito às informações detalhadas sobre as especificações de origem, instando as entidades de representação das indústrias de carne e dos varejistas, para que juntas, no prazo máximo de 180 dias, apresentarem o anteprojeto do novo Padrão de Cortes Técnicos a ser publicado como Livro de Cortes de Carne do Brasil, em substituição à Portaria SIPA nº 5, de 8 de novembro de 1988.

Art. 8º Fixar janeiro do ano 2000 para a implantação da Tipificação de Carcaças, como sistema de referência qualitativo, para a remuneração dos animais no abate.

Parágrafo único. As entidades de representação nacional dos pecuaristas e dos estabelecimentos de abate poderão, se assim o desejam, propor e coordenar os estudos para o aperfeiçoamento da legislação pertinente.

Art. 9º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

ENIO ANTONIO MARQUES PEREIRA

(Of. nº71/98)






ESTE TEXTO NÃO SUBSTITUI O PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.


MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO


SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA






INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 83, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2003.






O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 15, inciso II, do Anexo I, do Decreto nº 4.629, de 21 de março de 2003, tendo em


vista o disposto no Decreto nº 30.691, de 29 de março de 1952, Considerando ainda a necessidade de instituir medidas que normatizem a industrialização de produtos de origem animal, garantindo condições de igualdade entre os produtores e assegurando a transparência nos processos de produção, processamento e comercialização, e o que consta do Processo nº 21000.002076/2002-10, resolve:






Art. 1º Aprovar os REGULAMENTOS TÉCNICOS DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE CARNE BOVINA EM CONSERVA (CORNED BEEF) E CARNE MOÍDA DE BOVINO, conforme Anexos.






Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.










MAÇAO TADANO









REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE CARNE MOÍDA DE BOVINO










1. Alcance


1.1. Objetivo:


Fixar a identidade e as características mínimas de qualidade que deverá obedecer o produto cárneo denominado Carne Moída, obtido de massas musculares de carcaças de bovinos.


1.2. Âmbito de Aplicação:


O presente regulamento refere-se ao produto Carne Moída, destinado ao comércio nacional e/ou internacional.






2. Descrição


2.1. Definição:


Entende-se por Carne Moída o produto cárneo obtido a partir da moagem de massas musculares de carcaças de bovinos, seguido de imediato resfriamento ou congelamento.


Nota: o presente regulamento aplica-se também ao produto obtido a partir da carne de búfalos.


2.2. Classificação:


Trata-se de um produto cru, resfriado ou congelado.


2.3. Designação (Denominação de Venda):


O produto será designado de Carne Moída, seguido de expressões ou denominações que o caracterizem de acordo com sua temperatura de apresentação e do nome da espécie animal da qual foi obtida.


É dispensável a indicação do sexo do animal.


É facultativo nomear o corte quando a Carne Moída for obtida, exclusivamente, das massas musculares que o constituem.






Exemplos:


Carne moída resfriada de bovino;


Carne moída congelada de búfalo;


Carne moída congelada de bovino - Capa de filé;


Carne moída congelada de bovino - Patinho.






3. Referências:


- ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Normas ABNT - Plano de amostragem e procedimento na inspeção por atributos - 03.011, NBR 5426, jan/1985.


- AOAC. Association of Official Analytical Chemists. Official methods of analysis: of the AOAC international, 42.1.03, 1995.


- BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Portaria nº 368, de 04/09/97. Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Elaboração para Estabelecimentos Elaboradores/Industrializadores de Alimentos. Brasília: Ministério da Agricultura e do Abastecimento, 1997.


- BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Métodos Analíticos Físico-químicos para Controle de Produtos Cárneos e seus Ingredientes - Sal e Salmoura - SDA. Instrução Normativa nº 20, de 21/07/99, publicada no Diário Oficial da União, de 09/09/99. Brasília: Ministério da Agricultura e do Abastecimento,


1999.


- BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Plano Nacional de Controle de Resíduos em Produtos de Origem Animal. Instrução Normativa nº 42, de 20/12/99. Brasília: Ministério da Agricultura e do Abastecimento, 1999.


- BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos. Portaria nº 371, de 04/09/97. Brasília: Ministério da Agricultura e do Abastecimento, 1997.


- BRASIL. Ministério da Agricultura. Decreto nº 63.526, de 04/11/68. Brasília: Ministério da Agricultura, 1968.


- BRASIL. Ministério da Agricultura. RIISPOA – Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Decreto nº 30.691, de 29/03/52. Brasília: Ministério da Agricultura, 1952.


- BRASIL. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Portaria INMETRO nº 157, de 19/08/2002. INMETRO, 2002.


- BRASIL. Ministério da Justiça. Código de Proteção e Defesa do Consumidor. Lei nº 8.078, de 11/09/90. Brasília: Ministério da Justiça, Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, 1997.


- BRASIL. Ministério da Saúde. Princípios Gerais para Estabelecimento de Critérios e Padrões Microbiológicos para Alimentos. Resolução - RDC nº 12, de 02/01/01. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.


- BRASIL. Ministério da Saúde. Regulamento Técnico de Atribuição de Função de Aditivos, e seus Limites Máximos de Uso para a Categoria 8 - Carne e Produtos Cárneos. Portaria nº 1002/1004, de 11/12/98. Brasília: Ministério da Saúde, 1998.


- EUROPEAN COMMUNITIES. European Parliament and Council Directive nº 95/2/EC, of 20 february 1995. Official Journal of the European Communities. Nº L61/1, 18/03/95.


- FAO/OMS. Organizacion de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentacion. Organizacion Mundial de la Salud. Codex Alimentarius. Carne y Productos Carnicos. 2ª Ed, v. 10, Roma, 1994.


- ICMSF. International Commission on Microbiological Specifications for Foods. Compendium of methods for microbiological examination of foods. ICMSF, 1992.


- ICMSF. International Commission on Microbiological Specifications for Foods. Micoorganisms in foods 2. Sampling for microbiological analysis: Principles and specific applications. University of Toronto Press, 1986.


- MERCOSUL. Mercado Comum do Sul. Resolução 91/94. BRASIL. Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo. Portaria INMETRO nº 74, de 25/05/95. Brasília: INMETRO, 1995.


- MERCOSUL. Mercado Comum do Sul. Resolução do Grupo Mercado Comum (GMC) 36/93. Mercosul, 1993. BRASIL. Ministério da Saúde. Regulamento Técnico sobre Embalagens e Equipamentos em contato com Alimentos. Resolução RDC ANVISA


nº91, de 11/05/2001. Brasília. Ministério da Saúde, 2001.


- BRASIL. Ministério da Saúde. Regulamento Técnico sobre Embalagens e Equipamentos Metálicos em contato com Alimentos. Portaria SVS/MS nº 28 de 18/03/1996. Brasília.Ministério da Saúde, 1996.






4. Composição e Requisitos


4.1. Composição:


4.1.1. Ingredientes Obrigatórios:


Carnes obtidas de massas musculares esqueléticas de bovinos.


4.1.2. Ingredientes Opcionais:


Água (máximo 3%)


4.1.3. Coadjuvantes de Tecnologia:


Não tem.


4.2. Requisitos:


4.2.1. Características Sensoriais:


4.2.1.1. Textura: característica;


4.2.1.2. Cor: característica;


4.2.1.3. Sabor: característico;


4.2.1.4. Odor: característico.


4.2.2. Característica Físico-Química:


Espécie Gordura (máx.)


Bovina 15%


4.2.3. Fatores essenciais de qualidade:


4.2.3.1. Matéria-prima: carne resfriada e ou congelada não se permitindo a utilização de carne “quente”. 4.2.3.2. A matéria-prima a ser utilizada deverá estar isenta de tecidos inferiores como ossos, cartilagens, gordura parcial, aponevroses, tendões, coágulos, nodos linfáticos, etc;


4.2.3.3. Não será permitida a obtenção do produto a partir de moagem de carnes oriundas da raspa de ossos e carne mecanicamente separada - CMS;


4.2.3.4. Permiti-se á a utilização de carnes industrial da matança, desde que as mesmas sejam previamente levadas, escorridas, e submetidas a processo de resfriamento ou congelamento.


4.2.3.5. O produto deverá ser obtido em local próprio para moagem, com temperatura ambiente não superior a 10ºC;


4.2.3.6. A Carne Moída deverá sair do equipamento de moagem com temperatura nunca superior a 7ºC (sete graus Celsius) e ser submetida, imediatamente, ao congelamento (rápido ou ultra-rápido) ou ao resfriamento;


4.2.3.7. O prazo de validade do produto será estabelecido de acordo com o previsto na legislação vigente, observando-se as variáveis dos processos de obtenção, embalagem e conservação. O produtor demonstrará, junto aos órgãos competentes, os procedimentos, testes e resultados de garantia no prazo estabelecido proposto.


4.2.4. Acondicionamento:


O produto deverá ser embalado com materiais adequados para as condições de armazenamento e transporte, de modo que lhe confiram uma proteção apropriada.


4.2.5. Armazenamento:


A carne moída resfriada deverá ser mantida à temperatura de 0ºC a 4ºC e a carne moída congelada à temperatura máxima de -18ºC (menos dezoito graus Celsius) durante o armazenamento.






5. Aditivos e Coadjuvantes de Tecnologia/Elaboração:


Não serão permitidos.






6. Contaminantes:


Os resíduos orgânicos e inorgânicos devem estar ausentes, e quando presentes, em quantidades inferiores aos limites estabelecidos em regulamentação específica.






7. Higiene


7.1. Considerações Gerais:


7.1.1. As práticas de higiene para a elaboração do produto estarão de acordo com o estabelecido no "Código Internacional Recomendado de Práticas de Higiene para os Produtos Cárnicos Elaborados" {(Ref. CAC/RCP 13 -1976 (rev. 1, 1985)} do "Código


Internacional Recomendado de Práticas de Higiene para a Carne Fresca" {(CAC/RCP 11 -1976 (rev. 1,1993)}, do "Código Internacional Recomendado de Práticas - Princípios Gerais de Higiene dos Alimentos" {(Ref.: CAC/RCP 1 - 1969 (rev. 2 - 1985)} - Ref. Codex Alimentarius, vol. 10, 1994.


Portaria nº 368, de 04/09/97 - Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Elaboração para Estabelecimentos Elaboradores / Industrializadores de Alimentos - Ministério da Agricultura e do Abastecimento, Brasil.






7.1.2. Toda a carne usada para elaboração da Carne Moída deverá ter sido submetida aos processos de inspeção prescritos no RIISPOA - "Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal" - Decreto nº 30.691, de 29/03/1952.


7.2. Critérios Macroscópicos/Microscópicos:


O produto não deverá conter substâncias/matérias estranhas de qualquer natureza.


7.3. Critérios Microbiológicos:


Aplica-se a Legislação vigente.






8. Pesos e Medidas:


Aplica-se o Regulamento vigente.


8.1. A carne moída deverá ser embalada imediatamente após a moagem, devendo cada pacote do produto ter o peso máximo de 1 (um) quilograma.


8.2. Em função do destino do produto (uso hospitalar, escolas, cozinhas industriais, instituições, etc.) poderão ser admitidas embalagens com peso superior a 1 kg, devendo sua espessura ser igual ou menor que 15 centímetros, não sendo permitida a sua venda no varejo.


8.3. É proibido o fracionamento do produto no mercado varejista.






9. Rotulagem:


Aplica-se o Regulamento vigente (Portaria nº 371, de 04/09/97 - Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos - Ministério da Agricultura e do Abastecimento, Brasil).


9.1. Os dizeres “PROIBIDO O FRACIONAMENTO” deverão constar em rotulagem com caracteres destacados em corpo e cor.


9.2. Os dizeres “PROIBIDA A VENDA NO VAREJO” deverão constar em rotulagem com caracteres destacados em corpo e cor, quando as embalagens forem superiores a 1 kg.






10. Métodos de Análises:


Instrução Normativa nº 20, de 21/07/99, publicada no Diário Oficial da União, de 09/09/99 - Métodos Analíticos para Controle de Produtos Cárneos e seus Ingredientes - Métodos Físico-Químicos - SDA - Ministério da Agricultura e do Abastecimento, Brasil.


- AOAC Official Methods of Analysis, 42.1.03 ,1995.






11. Amostragem:


Seguem-se os procedimentos recomendados na norma vigente.


MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO


SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA






INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 83, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2003.






O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 15, inciso II, do Anexo I, do Decreto nº 4.629, de 21 de março de 2003, tendo em


vista o disposto no Decreto nº 30.691, de 29 de março de 1952, Considerando ainda a necessidade de instituir medidas que normatizem a industrialização de produtos de origem animal, garantindo condições de igualdade entre os produtores e assegurando a transparência nos processos de produção, processamento e comercialização, e o que consta do Processo nº 21000.002076/2002-10, resolve:






Art. 1º Aprovar os REGULAMENTOS TÉCNICOS DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE CARNE BOVINA EM CONSERVA (CORNED BEEF) E CARNE MOÍDA DE BOVINO, conforme Anexos.






Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.










MAÇAO TADANO









REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE CARNE BOVINA EM CONSERVA (CORNED BEEF)






1. Alcance


1.1. Objetivo:


Fixar a identidade e as características mínimas de qualidade que deverá obedecer o produto cárneo industrializado denominado Carne Bovina em Conserva (Corned Beef).


1.2. Âmbito de Aplicação


O presente Regulamento refere-se ao produto Carne Bovina em Conserva (Corned Beef) destinado ao mercado nacional e/ou internacional.






2. Descrição


2.1. Definição:


Entende-se por Carne Bovina em Conserva (Corned Beef) o produto cárneo industrializado, obtido exclusivamente de carne bovina, curado, cozido, embalado hermeticamente, submetido à esterilização comercial e esfriado rapidamente.


Nota: O produto Carne Bovina em Conserva (Corned Beef) poderá ser obtido sem adição de agentes de cura atendendo as exigências comerciais e legislação específica desde que não comprometa a segurança alimentar do produto final.






2.2. Classificação:


Trata-se de um produto acondicionado em recipiente hermeticamente fechado, termicamente processado e comercialmente estéril.


2.3. Designação (Denominação de Venda):


O produto será designado de Carne Bovina em Conserva (Corned Beef) ou apenas Corned Beefquando destinado ao mercado internacional.






3. Referência:


- ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Normas ABNT - Plano de amostragem e procedimento na inspeção por atributos - 03.011, NBR 5426, jan/1985.


- AOAC. Association of Official Analytical Chemists. Official methods of analysis: of the AOAC international, 42.1.03, 1995.


- BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Portaria nº 368, de 04/09/97. Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Elaboração para Estabelecimentos Elaboradores/Industrializadores de Alimentos. Brasília: Ministério da Agricultura e do Abastecimento, 1997.


- BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Métodos Analíticos Físico-químicos para Controle de Produtos Cárneos e seus Ingredientes - Sal e Salmoura - SDA. Instrução Normativa nº 20, de 21/07/99, publicada no Diário Oficial da União, de 09/09/99. Brasília: Ministério da Agricultura e do Abastecimento,


1999.


- BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Plano Nacional de Controle de Resíduos em Produtos de Origem Animal. Instrução Normativa nº 42, de 20/12/99. Brasília: Ministério da Agricultura e do Abastecimento, 1999.


- BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos. Portaria nº 371, de 04/09/97. Brasília: Ministério da Agricultura e do Abastecimento, 1997.


- BRASIL. Ministério da Agricultura. Circular 028/DICAR de 19/06/78 - Divisão de Inspeção de Carnes e Derivados - Brasília: Ministério da Agricultura, 1978.


04/11/68. Brasília: Ministério da Agricultura, 1968.


- BRASIL. Ministério da Agricultura. RIISPOA – Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Decreto nº 30.691, de 29/03/52. Brasília: Ministério da Agricultura, 1952.


- BRASIL. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Portaria INMETRO nº 157, de 19/08/2002. INMETRO 2002.


- BRASIL. Ministério da Justiça. Código de Proteção e Defesa do Consumidor. Lei nº 8.078, de 11/09/90. Brasília: Ministério da Justiça, Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, 1997.


- BRASIL. Ministério da Saúde. Princípios Gerais para Estabelecimento de Critérios e Padrões Microbiológicos para Alimentos. Resolução - RDC nº 12, de 02/01/01. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.


- BRASIL. Ministério da Saúde. Regulamento Técnico de Atribuição de Função de Aditivos, e seus Limites Máximos de Uso para a Categoria 8 - Carne e Produtos Cárneos. Portaria nº 1002/1004, de 11/12/98. Brasília: Ministério da Saúde, 1998.


- EUROPEAN COMMUNITIES. European Parliament and Council Directive nº 95/2/EC, of 20 february 1995. Official Journal of the European Communities. Nº L61/1, 18/03/95.


- FAO/OMS. Organizacion de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentacion. Organizacion Mundial de la Salud. Codex Alimentarius. Carne y Productos Carnicos. 2ª. Ed, v. 10, Roma, 1994.


- ICMSF. International Commission on Microbiological Specifications for Foods. Compendium of methods for microbiological examination of foods. ICMSF, 1992.


- ICMSF. International Commission on Microbiological Specifications for Foods. Micoorganisms in foods 2. Sampling for microbiological analysis: Principles and specific applications. University of Toronto Press, 1986.


- James F.Price y Bernad S. Schweigert - Ciência da la Carne y de los productos cárnicos - Editorial Acribia, S.A. - Zaragoza - España - 1994


- MERCOSUL. Mercado Comum do Sul. Resolução 91/94. BRASIL. Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo. Portaria INMETRO nº 74, de 25/05/95. Brasília: INMETRO, 1995.


- MERCOSUL. Mercado Comum do Sul. Resolução do Grupo Mercado Comum (GMC) 36/93.Mercosul, 1993.


- UNITED STATES - Code of Federal Regulamentations - Part 200 to end - Washington - 1995


- BRASIL. Ministério da Saúde. Regulamento Técnico sobre Embalagens e Equipamentos em contato com Alimentos. Resolução RDC ANVISA nº 91, de 11/05/2001. Brasília. Ministério da Saúde, 2001.


- BRASIL. Ministério da Saúde. Regulamento Técnico sobre Embalagens e Equipamentos Metálicos em contato com Alimentos. Portaria SVS/MS nº 28, de 18/03/1996. Brasília. Ministério da Saúde, 1996.


- BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa nº 08, de 16 de janeiro de 2002, Uso de Produtos - AUP, nos estabelecimentos de produtos de origem animal, sob Inspeção Federal, publicada no D.O.U de 17/01/2002.






4. Composição e Requisitos


4.1. Composição:


4.1.1. Ingredientes obrigatórios:


Carne Bovina (musculatura esquelética com gordura de constituição, inclusive recortes de desossa e porção muscular do diafragma) - mínimo 55%;


Cloreto de sódio;


4.1.2. Ingredientes Opcionais: CMS (carne mecanicamente separada) de bovino – até 20%;


Tendões, gelatina, estômago (rúmen e retículo) - até 5% isoladamente ou combinados entre si. Quando esta matéria-prima for utilizada simultaneamente com CMS, o somatório fica limitado em 20%;


Carne industrial [(carnes de cabeça, de sangria, da base da língua, do esôfago (porção muscular)] - até 15%;


Coração e língua - até 5% isoladamente ou combinados entre si;


Tecido adiposo de cobertura in natura ou fundido;


Açúcares;


Aditivos intencionais;


Condimentos e Especiarias.






4.2. Requisitos:


4.2.1. Características Sensoriais:


4.2.1.1. Textura: Característica;


4.2.1.2. Cor: Característica;


4.2.1.3. Sabor: Característico;


4.2.1.4. Odor: Característico.


4.2.2. Característica físico-química:


Proteína Mínimo = 18%






4.2.3. Fatores Essenciais de Qualidade:


4.2.3.1. Matéria-prima: a carne com que se prepara o produto deverá estar isenta de tecidos inferiores (cartilagens, ossos, hematomas, gânglios, papilas e outros), além de odores e sabores estranhos


4.2.3.2. A carne deverá estar curada de modo uniforme e completo, permitindo o corte em fatias, uma vez esfriada;


4.2.3.3. O produto final deve estar envasado em recipiente íntegro, hermeticamente fechado e ter sido submetido a processamento térmico, previamente aprovado, estando limpo e isento de contaminações devido ao processamento ou ao envase.


4.2.4. Envase e Acondicionamento:


4.2.4.1. O produto deverá ser envasado em material adequado às condições de processamento e armazenagem, de modo que lhe confiram proteção apropriada.


4.2.4.2. O produto final deverá ser acondicionado em materiais adequados às condições de armazenamento e transporte.






5. Aditivos e Coadjuvantes de Tecnologia/Elaboração:


De acordo com o Regulamento específico vigente.






6. Contaminantes:


Os resíduos orgânicos e inorgânicos devem estar ausentes e, quando presentes, em quantidades inferiores aos limites estabelecidos em regulamentação específica.






7. Considerações Gerais:


7.1. As práticas de higiene para a elaboração do produto devem estar de acordo com:


- "Código Internacional Recomendado de Práticas de Higiene para os Produtos Cárneos Elaborados" (Ref. CAC/RCP 13-1976 (rev.1, 1985).


- "Código Internacional Recomendado de Práticas de Higiene para a 'Carne Fresca'" (CAC/RCP11- 1976 (ver. 1, 1993).


- "Código Internacional Recomendado de Práticas/Princípios Gerais de Higiene dos Alimentos" (Ref.: (CAC/RCP 1-1969 (rev.2 - 1985)- Ref. Codex Alimentarius, vol. 10, 1994.


- Portaria nº 368, de 04/09/97 - Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Elaboração para Estabelecimentos Elaboradores/Industrializadores de Alimentos - Ministério da Agricultura e do Abastecimento, Brasil.






7.1.2. Toda a Carne usada na elaboração de Corned beef deverá ter sido submetida aos processos de inspeção prescritos no RIISPOA - "Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal" - Decreto nº 30.691, de 29/03/1952.


7.1.3. O destino do produto final deverá ser compatível com a certificação sanitária de procedência da matéria-prima.


7.1.4. O Corned Beef deverá ser tratado termicamente em conformidade com as seções 7.5 e 7.6.1 a 7.6.7 do "Código Internacional Recomendado de Práticas de Higiene para Alimentos de baixa acidez e alimentos acidificados envasados".


7.1.5. Quando da apresentação ao DIPOA dos documentos referentes à homologação do processamento térmico de produtos submetidos à esterilização comercial, as empresas devem indicar o valor de esterilização desejado, sendo que em nenhuma hipótese esse valor poderá ser inferior ao equivalente a 6 minutos a 250º F (121,1ºC), com o parâmetro microbiológico Z = 18º F ( - 7.8ºC).






7.2. Critérios Macroscópicos/Microscópicos:


O produto não deverá conter substâncias/matérias estranhas de qualquer natureza.


7.3. Critérios Microbiológicos:


O produto deve obedecer à legislação específica em vigor.






8. Pesos e Medidas:


Aplica-se o Regulamento vigente.






9. Rotulagem:






Aplica-se o Regulamento vigente.





MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO


SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA






INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 89, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2003.






O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 15, incisos II e III, do Decreto nº 4.629, de 21 de março de 2003, considerando o disposto na Resolução MERCOSUL/GMC nº 32/92 e o que consta do Processo n.º 21000.003736/2002-80, resolve:






Art. 1º Aprovar o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de Aves Temperadas, conforme consta do Anexo desta Instrução Normativa.






Art. 2º Ficam cancelados os rótulos e memoriais descritivos anteriormente aprovados.






Art. 3º Fica revogada a Instrução Normativa SDA Nº 64, publicada no DOU nº 170, de 03 de setembro de 2003, Seção I, página 118.






Art. 4º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.







MAÇAO TADANO










ANEXO


REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE AVES TEMPERADAS


I. Alcance


1.1. Objetivo: Fixar a identidade e as características mínimas de qualidade que deverá apresentar o produto denominado Aves Temperadas.


1.2. Âmbito de Aplicação: O presente Regulamento refere-se ao produto Aves Temperadas destinada ao mercado nacional e internacional.


2. Descrição


2.1. Definição: Entende-se por Aves Temperadas o produto cárneo industrializado, obtido de aves domésticas como Frango, Galinha, Peru, Marreco, Galinha D'angola e outros, adicionado de Sal e Temperos durante seu processo tecnológico.


2.2. Classificação: Trata-se de produto cru, temperado, comercializado na forma resfriada ou congelada.


2.3. Designação (Denominação de Venda): O produto será designado com o nome da espécie animal seguido da palavra temperado, citando o processo de conservação, o quantitativo específico de salmoura agregada e referência aos miúdos (fígado, moela e coração) e aos cortes (pés, cabeça e pescoço) que poderá conter.


Exemplos:


- Frango Temperado Congelado (com pés, pescoço, cabeça, fígado, moela, e máximo de 20% de salmoura temperada);


- Frango Temperado Resfriado (com pés, pescoço, cabeça, fígado, moela e máximo 20% de salmoura temperada);


- Peru Temperado Resfriado (com 25% de salmoura temperada, pescoço e coração);


- Pato Temperado Resfriado (com 20% de salmoura temperada, fígado, pescoço e moela);


- Marreco Temperado Congelado (com máximo 20% de salmoura temperada, fígado, pescoço e moela);


- Galinha D'angola Temperada Resfriada (com Miúdos e máximo 20% de salmoura temperada);


- Outros.


3. Referências


- ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Normas ABNT - Plano de amostragem e procedimento na inspeção por atributos - 03.011, NBR 5426, jan/1985.


- AOAC. Association of Official Analytical Chemists. Official methods of analysis: of the AOAC international., 42.1.03, 1995.


- BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Portaria nº 368, de 04/09/97. Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Elaboração para Estabelecimentos Elaboradores/Industrializadores de Alimentos. Brasília: Ministério da Agricultura e do Abastecimento, 1997.


- BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Métodos Analíticos Físico-químicos para Controle de Produtos Cárneos e seus Ingredientes - Sal e Salmoura - SDA. Instrução Normativa nº 20, de 21/07/99, publicada no Diário Oficial da União, de 09/09/99. Brasília: Ministério da Agricultura e do Abastecimento, 1999.


- BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Plano Nacional de Controle de Resíduos em Produtos de Origem Animal Instrução Normativa nº 42, de 20/12/99. Brasília: Ministério da Agricultura e do Abastecimento, 1999.


- BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos. Portaria nº 371, de 04/09/97. Brasília: Ministério da


Agricultura e do Abastecimento, 1997.


- BRASIL. Ministério da Agricultura. Decreto nº 63.526, de 04/11/68. Brasília: Ministério da Agricultura, 1968.


- BRASIL. Ministério da Agricultura. RIISPOA – Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Decreto nº 30.691, de 29/03/52. Brasília: Ministério da Agricultura, 1952.


- BRASIL. Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo. Portaria INMETRO nº 88, de 24/05/96. Brasília: INMETRO, 1996.


- BRASIL. Ministério da Justiça. Código de Proteção e Defesa do Consumidor. Lei nº 8.078, de 11/09/90. Brasília: Ministério da Justiça, Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, 1997.


- BRASIL. Ministério da Saúde. Princípios Gerais para Estabelecimento de Critérios e Padrões Microbiológicos para Alimentos. Resolução - RDC nº 12, de 02/01/01. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.


- BRASIL. Ministério da Saúde. Regulamento Técnico de Atribuição de Função de Aditivos, e seus Limites Máximos de Uso para a Categoria 8 - Carne e Produtos Cárneos. Portaria nº 1002/1004,de 11/12/98. Brasília: Ministério da Saúde, 1998.


- EUROPEAN COMMUNITIES. European Parliament and Council Directive nº 95/2/EC, of 20 february 1995. Official Journal of the European Communities. Nº L61/1, 18/03/95.


- FAO/OMS. Organizacion de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentacion. Organizacion Mundial de la Salud. Codex Alimentarius. Carne y Productos Carnicos. 2ª. Ed, v. 10, Roma, 1994.


- ICMSF. International Commission on Microbiological Specifications for Foods. Compendium of methods for microbiological examination of foods. ICMSF, 1992.


- ICMSF. International Commission on Microbiological Specifications for Foods. Micoorganisms in foods 2. Sampling for microbiological analysis: Principles and specific applications. University of Toronto Press, 1986.


- James F.Price y Bernad S. Schweigert - Ciência da la Carne y de los productos cárnicos - Editorial Acribia, S.A. - Zaragoza - España - 1994


- MERCOSUL. Mercado Comum do Sul. Resolução 91/94. BRASIL. Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo. Portaria INMETRO nº 74, de 25/05/95. Brasília: INMETRO, 1995.


- MERCOSUL. Mercado Comum do Sul. Resolução do Grupo Mercado Comum (GMC) 21/02. Mercosul, 2002.


- UNITED STATES - Code of Federal Regulamentations - Part 200 to end - Washington - 1995


- BRASIL. Ministério da Saúde. Resoluções 39 e 40, de 21 de março de 2001, nº 94, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (www.anvisa.gov.br) que aprova o Regulamento Técnico para Rotulagem Nutricional Obrigatória de Alimentos e Bebidas Embalados. Brasília: Ministério da Saúde/ANVISA.


4. Composição e Requisitos


4.1. Composição


4.1.1. Ingredientes obrigatórios


Carcaça de Ave (Espécie Animal);


Sal - mínimo de 1%;


Temperos - 0,5 %.


Nota: quando utilizar óleos de essências em substituição parcial ou total aos condimentos e especiarias, o percentual de 0,5% poderá ser menor de acordo com as boas práticas recomendadas ao uso destes óleos, conforme o efeito desejado, desde que fique bem caracterizado o tempero.


4.1.2. Ingredientes Opcionais


Água - (máximo de 20%);


Proteínas de Origem Animal e Vegetal;


Açúcares;


Malto Dextrinas;


Aditivos intencionais.


Nota 1: O produto "Aves Temperadas" poderá conter os miúdos (coração, fígado, moela) e os cortes (pés, cabeça e pescoço), devendo, obrigatoriamente, estes dizeres darem seqüência ao nome do produto (0,5 cm).


Nota 2: Constar abaixo do nome oficial do produto a frase "com máximo de 20% de salmoura temperada". Estas letras deverão ter tamanho mínimo de 0,5cm.


Exemplo: Frango Temperado Congelado com máximo de 20% de Salmoura Temperada, Fígado Moela e Pescoço.


4.2. Requisitos


4.2.1. Características Sensoriais: textura, cor, sabor e odor característicos



4.2.2. Característica físico-química


4.2.2.1. Umidade: 78% (máximo);


4.2.2.2. Proteína: 15% (mínimo);


4.2.2.3. Sal: 1% (mínimo);


4.2.2.4. Condimentos - 0.5% (mínimo).


Nota: Nos perus, permitir-se-á injeção de até 25% com os mesmo critérios referentes à rotulagem do produto estabelecido neste regulamento, apenas com a mudança no percentual adicionado de salmoura temperada declarado abaixo do nome do produto, podendo no mesmo ser inseridos os miúdos, coração, moela, fígado, e os


cortes, pés e pescoço.


Exemplo: Peru Temperado Congelado (com Fígado, Moela e máximo de 25% de Salmoura Temperada) 4.2.3. Envase e Acondicionamento


4.2.3.1. O produto deverá ser envasado com materiais previamente aprovados, adequados às condições de processamento e armazenagem, que lhe confiram proteção durante o transporte e todo o período de armazenamento.


5. Aditivos e Coadjuvantes de Tecnologia/Elaboração


De acordo com o Regulamento específico vigente.


6. Contaminantes


Os contaminantes orgânicos e inorgânicos não devem estar presentes em quantidades superiores aos limites estabelecidos pelo regulamento específico.


7. Higiene


7.1. Considerações Gerais


7.1.1. As práticas de higiene para a elaboração do produto estarão de acordo com o estabelecido no "Código Internacional Recomendado de Práticas de Higiene para os Produtos Cárnicos Elaborados" {(Ref. CAC/RCP 13 -1976 (rev. 1, 1985)}, no "Código Internacional Recomendado de Práticas de Higiene para a Carne Fresca" {(CAC/RCP 11 -1976 (rev. 1,1993)} e no "Código Internacional Recomendado de Práticas - Princípios Gerais de Higiene dos Alimentos" {(Ref.: CAC/RCP 1 - 1969 (rev. 2 - 1985)} - Ref. Codex Alimentarius, vol. 10, 1994.


Portaria nº 368, de 04/09/97 - Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Elaboração para Estabelecimentos Elaboradores / Industrializadores de Alimentos - Ministério da Agricultura e do Abastecimento, Brasil.


7.1.2. Toda carcaça de ave usada para elaboração do produto Aves Temperadas deverá ter sido submetida aos processos de inspeção prescritos no RIISPOA -


"Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal" - Decreto nº 30.691, de 29/03/1952.


7.2. Critérios Macroscópicos/Microscópicos


O produto não deverá conter substâncias ou matérias estranhas de qualquer natureza.


7.3. Critérios Microbiológicos


Aplica-se a legislação vigente para esta categoria de produto.


8. Pesos e Medidas


Aplica-se o regulamento vigente.


9. Rotulagem


Aplica-se a regulamentação vigente (Portaria nº 371, de 04/09/97 - Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos Embalados - Ministério da Agricultura e do Abastecimento, Brasil) e demais legislações pertinentes.


10. Métodos de Análises


Instrução Normativa nº 20, de 21/07/99, publicada no Diário Oficial da União, de 09/09/99 - Métodos Analíticos para Controle de Produtos Cárneos e seus Ingredientes - Métodos Físico-Químicos - SDA - Ministério da Agricultura e do Abastecimento, Brasil.


- AOAC Official Methods of Analysis, 42.1.03 ,1995.


11. Amostragem


Segue-se os procedimentos recomendados na norma vigente.


(*) Republicada em virtude de reconsiderações técnicas não enunciadas na Instrução nº64 publicado no DOU nº170 de 03/09/2003, Seção 1, Página 118.


terça-feira, 31 de julho de 2012

SUPERANDO A CONCORRÊNCIA NOS DETALHES ESQUECIDOS DA SATISFAÇÃO



Superando a concorrência 

O crescente nível de competição tem levado as organizações a desenvolverem estratégias que visam a torná-las menos vulneráveis às mudanças que vêm ocorrendo nos ambientes externo e interno. O processo de globalização (financeiro, produtivo e comercial), a introdução de novas tecnologias, e a implantação de novos processos organizacionais levam alguns segmentos a um cenário de fusões, incorporações e reestruturação, com o objetivo de manter a competitividade. Para minimizar os efeitos negativos deste ambiente turbulento, deve-se estimular a elaboração de um planejamento estratégico em cada setor como uma analise clinica ou um checape geral detectando em cada setor suas deficiências e assim gerar a receita para o tratamento adequado a cada setor antes que se torne uma doença crônica e se tenha que expor a um tratamento intensivo. Este planejamento precisa ser desenvolvido levando-se em consideração que  o maior custo gerado na empresa hoje e trazer o cliente até ela, são custos elevados em: descontos , mídia, e preparações em promoções como gerar estratégias e ações que deixem os clientes Fidel dignos. A também o cenário político na empresa, econômico e cultural nos quais a empresa visa a atuar .
                                                                                                                                                                    Gerando a marca, referencia de qualidade e credibilidade junto ao consumidor.  A marca é a  representação  da empresa junto ao consumidor   ela é que fala ao consumidor tudo  que a empresa acha e pensa a seu respeito, todas as vezes que o consumidor adquire um produto da marca ele diz algo a ele bom ou ruim.                                                                                                                                                        
                    
                 Ter um Selo de procedência valoriza carne em até 100%
Este trabalho analisa as estratégias que foram adotadas por empresas no atual contexto de alta concorrência, com base na adoção de tecnologias de informação e comunicação, processos de organização e valorização de recursos humanos redução de percas e criatividade junto ao consumidor para alavancar as vendas. A seguir, analisamos as questões relacionadas com o desenvolvimento de competências individuais e da organização, que visa garantir a competitividade da empresa na redução de custos. Nosso trabalho, enfatizam o estudo do setor supermercadista e as estratégias que foram implementadas neste segmento junto ao consumidor como fator gerador de rentabilidade e satisfação.


Num projeto de ação estratégica é importante a definição do objetivo que se pretende atingir. O planejamento deve direcionar a organização para facilitar o manuseio e evitar serviços desnecessários os quais são gerados pela desorganização. A adoção de estratégias competitivas pode ter os seguintes enfoques: para a Excelência Operacional, para a Inovação do Produto e/ou Orientada para Serviços. Como desenvolver produtos que atendam  necessidades dos consumidores na área profissional e atuar na formação da linha desta linha de produtos oferecidos aos consumidores, é uma questão que deverá ser discutida por toda a organização.  A formação de uma equipe estratégica é um caminho, junte o marketing e a área de psicologia ou comportamental para desenvolver produtos ou promoções. Como ferramenta de análise, para uma melhor condução do processo, tem-se os modelos de Planejamento Estratégico.
Em conjunto com o plano de ação, deve-se estimular a formação de competências do


indivíduo e da organização, pois estas são importantes para que a empresa tenha condições de se manter competitiva. Essas competências devem ser desenvolvidas no interior da organização as quais iram gerar economia e agilizar todo processo garantindo o fluxo de serviço ágil, garantindo aos clientes da empresa uma agregação de valor, pois cliente satisfeito não se importa de pagar pelos serviços prestados desde que sejam de qualidade.


No segmento de supermercados, encontramos um cenário de mudanças com a entrada de novos atores, concentração e elevada competição as quais sobre carregam os resultados das promoções o que a cada dia faz com que as promoções se tornes  mais agressivas em preços oferecidos pela concorrência. Estes fatores levam as organizações a se reestruturarem através de fusões, incorporações, profissionalização do corpo gerencial e operacional das lojas  e na montagem de um plano de ação estratégico com a busca pela inovação no mix de produtos dando preferência sempre pela qualidade. Para este segmento o enfoque do planejamento tem sido o de adotar uma estratégia orientada para serviços e oferecer algumas ações diferenciadas que atraiam o consumidor e demonstre a ele  a sua real importância e  seu lugar na empresa . Pois a melhora no nível de serviço e a fidelização do cliente visam ao aumento da competitividade na conquista do cliente. Contudo, o setor não pode se afastar da busca por uma excelência operacional.






Diversas ações estratégicas estão sendo adotadas pelas empresas do setor de supermercados, como:






 lançamentos de marca própria, adoção de novas tecnologias, introdução de novos processos organizacionais, enfoque logístico, comércio eletrônico, ECR (Resposta Eficiente ao Consumidor), CRM (Gerenciamento de Relacionamento com o Consumidor), novos formatos de lojas, segmentação de mercado e profissionalização do corpo gerencial e operacional, que têm como objetivo aumentar a competitividade da organização.


 Os dados e as informações relativas ao setor foram pesquisadas em revistas especializadas, no jornal Gazeta Mercantil, nos sites relacionados ao setor e nos Congressos da ABRAS.









Conheça o serviço de Avaliação operacional Supervisionada, com Consultoria e assessoria técnica de corte, exposição de produtos e  ações de boas praticas em higiene e normas sanitárias.

Não se trata de treinamento operacional mais sim de transformação de comportamento através de consciência adquirida. O diferencial está nas praticas executadas, a onde cada colaborador se torna responsável pela capacitação do setor. 
Observe o seguinte acontecimento:

Ø  Passei mal com uma terrível dor de cabeça o que fazer?
Ø  Tive problemas com o seguro do meu carro na hora de solicitar o sinistro o que fazer?
Ø  Meu carro quebrou o que fazer?
Ø  Precisei de um serralheiro o que fazer?
Ø  Preciso abrir uma empresa o que fazer?
Ø  Vou fazer um churrasco o que fazer?
Nas ações acima; em todas elas nos referimos a uma necessidade especifica de um profissional capacitado a resolver o determinado problema, os quais não estamos capacitados a resolvê-los, por não termos o conhecimento especifico. O conhecimento revela o caminho a ser percorrido para se trazer a solução. Quando temos o conhecimento conhecemos as ações a ser aplicadas em cada situação determinante. 

Outro ponto é quanto maior a responsabilidade sobre o profissional mais ele esta em busca de conhecimento ou de se qualificar para suprir a sua área de responsabilidades, em muitas áreas de atuação hoje se o profissional não se renovar em busca de conhecimento ficara ultrapassado e perdera sua colocação e se tornara obsoleto em suas ações. O conhecimento adquirido leva esse profissional pelo caminho da inovação com ações voltadas a mudar as situações a sua volta e é justamente esse fator que gera a mudança da consciência adquirida.  
As redes de super mercado hoje enfrentam a falta de mão de obra qualificada em carnes, e a falta desse profissional leva a contratação de mão de obra sem a experiência necessária, o que gera outros problemas ainda mais graves, sem a supervisão necessária para fazer o monitoramento das ações executadas vem às perdas em manipulação, corte, estocagem e a falta da qualidade nos cortes as quais geram maus tratos nos clientes pela péssima qualidade dos produtos.

Como enfrentar essa situação? A falta do conhecimento e da capacitação gera percas desnecessárias má exposição dos produtos, deficiências nos cortes, a falta de manipulação adequada dos produtos e em conseqüência a sua má conservação, insatisfação dos clientes gerando percas incalculáveis e danos irreparáveis a imagem da empresa.
Há! Tem o alto custo do profissional, que ainda traz um contesto consigo, que quando é bom atendente possuidor da habilidade do corte o qual gera satisfação, nem sempre é um bom desossador ou repositor ou vise e versa.
 Agora remova esse profissional e troque por um atendente treinado para dar satisfação ao cliente.
Apto a ver as necessidades do cliente.
Apto a vender mais.
Comunicativo.
Salários menores, com qualidades direcionadas para atendimento, tornando-se mais eficiente na função destinada a custos menores.
Custos menores também em direitos trabalhista e impostos.
Agora remova os funcionários de fundo repositor, desossador, manipuladores de produtos.
Remova as perca dos cortes que transformam carnes de 1ª em retalhos e as insatisfações dos clientes pelos produtos mal cortados.
Remova Percas de balanços.
Agora remova perca dos produtos por excesso de estocagem e falta de manipulação adequada.

Agora você tem o controle da estocagem de produtos, além de evitar custos desnecessários com mercadoria parada.
Redução no quadro de colaboradores.
Economia na folha de pagamento e impostos.
Praticidade no gerenciamento do quadro de colaboradores.
Aumento na satisfação dos consumidores pelo atendimento e na qualidade dos cortes e variedades de produtos.
Produtos trabalhados visualizando a satisfação do cliente em:
Cortes especiais com alto padrão na qualidade dos cortes.
Aparência visual dos produtos trabalhados para chamar a atenção do cliente em um marketing visual.

Variedades de produtos com cortes especiais, visando atender a necessidade dos clientes em variedades, que visam chegar mais próximo da necessidade de cada cliente, gerando também mais vendas e a satisfação na qualidade dos produtos.
Praticidade na reposição dos produtos e Agilidade no atendimento aos clientes.
Praticidade na higiene e manipulação dos produtos.
Economia em produtos de limpeza, higiene, produtos de manipulação e uniformes.
Produtos fracionados prontos para exposição.
Entregas diárias que garante produtos frescos com maior qualidade e vida útil.

Margens de lucro garantidas. Riscos e percas eliminada.
Supervisão especializada, qualificação da mão de obra com orientação técnica.
Mix com uma extensa variedade para promoções, ajustando à compra e evitando o volume de produtos desnecessários para a promoção, evitando também o anúncio da mesma promoção por repetidas vezes.
Mix de produtos de baixo custo para anuncio de  TV, para impacto sobre o cliente a moda arrastão.

É hora de medir custo beneficio, percas e ganhos.
É um novo tempo em vendas de produtos direcionados.
Atendendo necessidades especificas tornando-se personalizados
Quanto mais próximo da necessidade mais fácil da venda.
Quanto mais satisfeito mais se tornam  fieis.
Quanta mais a marca se consolidam mais tem preço agrupado.

Visando um conjunto de interesse, voltado para um objetivo comum pelos resultados a serem atingidos, essa é a grande oportunidade que todos aguardavam para transformar um momento de mercado.
A fusão de interesses trará um resultado objetivo e concreto  gerando uma oportunidade única na conquista de uma nova visão para o mercado consumidor.

 A formação dos profissionais traz qualificação da mão de obra para o mercado de trabalho, o qual e carente de técnicas elaboradas de cortes e exposição de produtos com a manipulação adequada dentro dos padrões de higiene exigidos pelas normas sanitárias. Apesar dos grandes investimentos em estruturas físicas e uma legislação abrangente que tenta regulamentar a manipulação dos produtos perecíveis, as carnes frescas com vendas no varejo estão longe de oferecer aos clientes produtos manipulados dentro das normas técnicas adequadas de higiene, salvo algumas raras exceções.
O império das carnes é uma instituição que visa não somente viabilizar o ajuste empresarial ao mercado, mas capacitar as empresas direta e indiretamente a oferecer produtos de alta qualidade que superem as expectativas de seus clientes levando as a atingir os melhores resultados. O sucesso da empresa é a satisfação dos seus clientes.   

É centrado nessa credibilidade e dentro desses conceitos é que buscamos junto às empresas dar o apoio técnico de avaliação e supervisão na capacitação profissional a ser implantada. Os profissionais altamente capacitados passariam a fazer a capacitação dos profissionais em manipulação de carnes referente às técnicas de capacitação as redes de supermercado como manipuladores de carnes frescas.
 Os cursos abrangeriam os seguintes tópicos:
Ø  Consciência ADM em açougue
Ø  Vender x conquistar o cliente
Ø  Qual o produto adequado
Ø  Custos X margens
Ø  O convite a uma visita
Ø  Cortes especiais exclusividade que cativa
Ø  Vitrine que conquistam pelo olhar
Ø  Organização economize nas percas
Ø   Percas e custos nos cortes
Ø   Como viabilizar promoções
Ø  Material humano x colaboradores
Ø  Só se oferece o que tem
Ø  Produtos livres de contaminação
Ø  Não se vende higiene
Ø  Prevenção e percas o aumento das margens de lucro
Ø  Colaboradores x investidor.
ü  Qualificação técnica de mão de obra.
ü  Treinamento especifico para exposições.
ü  Onde expor produtos promocionais.
ü  Produtos que falam.
ü  Estocagem eficaz
ü  Qualidade evita perca.
ü  Etc.

Hoje a uma grande tendência na praticidade e conforto. Mas a falta de conhecimento para a manipulação das técnicas que dão qualidade aos produtos é o principal problema encontrado em todos os setores; da manipulação dos produtos de carnes frescas.  Desde a higiene até a estocagem, do corte a exposição, foi então desenvolvida durante a vivencia de 30 anos no mercado de trabalho as técnicas que hoje oferecemos ao mercado de trabalho. Algumas desenvolvidas outras aperfeiçoadas para se encaixarem dentro dos padrões que geram satisfaçam nos clientes, que suprem suas necessidades. Desenvolvi técnicas de corte e exposição de produtos que estão mais próximos das necessidades dos clientes. Esses motivos me levaram a criar um conjunto de projetos que formam um conjunto de satisfação desde o consumidor ao produtor, do varejo ao atacado.
CONHEÇA O SERVIÇO DE AVALIAÇÃO SUPERVISIONADA DE CONSULTORIA E ASSESSORIA TÉCNICA DE CORTES E EXPOSIÇÃO DENTRO DAS AÇÕES DE BOAS PRATICAS.
Este serviço foi criado a partir de estudos realizados em mais de 30 anos no comercio varejista, envolvendo casas de carnes de grande porte. Foram diagnosticadas inúmeras dificuldades dos varejistas em acompanharem a evolução da qualidade de suas lojas e aumento nas vendas. O ponto mais crítico é a falta de conhecimento na manipulação dos produtos e a estocagem de produtos tanto nas câmaras quanto da mercadoria exposta e seu tempo de vida útil, a qual e prejudicada por contaminação cruzada.


A importância do Rendimento do Açougue como ferramenta utilizada na viabilidade das margens de lucro observando as melhores alternativas nas compras para promoções e resultados complementares nas vendas.  Só através de rendimentos e medias constante consegue se acompanhar as possíveis opções e vantagem na geração de um MIX de produtos. Algumas opções são pelo alto volume individual nas vendas outras pele geração de um produto ou corte especifico o qual se torna atrativo de um MIX de produtos e como frente de MIX líder em vendas.
Os rendimentos acompanhados dão a direção de viabilidade nos cortes e essa viabilidade ira representar percas e ganhos nos produtos determinando quais produto são realmente rentáveis e suas verdadeira  vantagens ou quais margens devem ser aplicadas em cada produto.

O projeto é voltado para a melhoria na apuração de Rendimento do Setor de Açougue e aumento no MIX de produtos tornando se gerador de vendas, onde a empresa tem que trabalhar com vários  modelos de rendimentos, sendo desossa, carne com osso e carnes embaladas cada um traz o seu próprio MIX de produtos com  seu perfil de consumidores específicos o que resulta em aumento nas vendas a pergunta é: melhor comprar no osso ou desossada, qual a melhor rentabilidade, carnes no osso com vida útil maior a qual está na preferência do consumidor na hora da compra ou a praticidade de estocagem e a vantagem de comprar somente o produto o qual você precisa trabalho verso comodidade  a pergunta é: qual é o melhor resultado  para empresa e consumidor.  

As perdas no Setor de Açougue representam grande perdas da totalidade no setor de perecíveis, isso se o setor não estiver operando corretamente com as devidas apurações de rendimento.  A representatividade do Setor no Mercado: – Representa de 9% a 15% do faturamento da loja –  As margem de lucratividade do setor normalmente são muito baixas, o que nos leva a buscar cada vez mais, maneiras de controles e margens mais seguras para viabilizar resultados com mais segurança, reduzindo percas e aumentando as margens de lucros, mas ao mesmo tempo reduzindo custos viabilizando também melhores preços ao consumidor, gerando um fator atrativos que aumente as vendas do açougue trazendo clientes para a loja aumentando as vendas de forma geral. Margens de até 40% com preços mais atrativos com maior fluxo de vendas  são resultados possíveis com o remanejamento da área do açougue e revitalização do quadro operacional com controle dos rendimentos e aumento do MIX de produtos oferecidos aos clientes.





Empreendedores devem buscar diferenciais para agregar valor à produção
Vender também para os consumidores de maior renda é a chave para que pequenas e microempresas possam ter maior rentabilidade e abrir novos e promissores nichos de mercado

                           
Esse é um dos mais sofisticado açougue do mundo. Agência Sebrae
A conjuntura é favorável para apostas na inovação, em diferenciais que agreguem valor à produção, em favor do faturamento, da competitividade dos empreendedores urbanos e rurais. O crescimento da economia vem proporcionando mais emprego e renda. Consequentemente, mais consumo. Grandes varejistas descobriram que há riqueza também na base da pirâmide e partem para estratégias como a oferta de produtos genéricos ou em embalagens menores, capazes de atrair consumidores das classes C, D e mesmo E.

Segundo o diretor -técnico do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos, cabe aos produtores e varejistas de menor porte trilharem o caminho inverso. Como já estão próximos ao consumidor de menor renda e sabem muito bem de suas necessidades, devem não só continuar garantindo esse mercado mas também incorporar diferenciais que lhes permitam atingir consumidores mais sofisticados e exigentes.

Produzir também para os de maior renda e mesmo para os ricos é a chave para se ter maior rentabilidade e abrir novos e promissores nichos de mercado no Brasil e no exterior. É o pressuposto para a permanência na atividade, melhorando o próprio padrão de vida e de seus empregados.

“”A massificação da produção não é caminho para os pequenos. Não há como concorrer com os grandes em termos de preços, de escala. O caminho é ser diferente”, afirmou o diretor na segunda-feira (19) aos participantes do Encontro Nacional de Gestores do Sistema Sebrae da Carteira de Horticultura, Agroecologia e Orgânicos. O evento se encerra nesta terça-feira, 20 em Guarapari, Espírito Santo.

“Pequenos não devem fabricar pinga, mas cachaça da boa, daquelas disputadas por degustadores do produto. Pinga barata é a praia dos grandes. O futuro dos pequenos está na qualidade e não na quantidade da produção. Por isso a importância de se buscar a certificação de origem, de se produzir dentro das regras sanitárias, da formalização. A inserção no mercado, inclusive praticando-se preços mais elevados, também se dá por meio de produtos saudáveis,como é o caso dos orgânicos, livres de pesticidas”, explicou o diretor.

Também participaram da abertura do encontro, o superintendente do Sebrae no Espírito Santo, José Eugênio Vieira;o diretor-técnico Benildo Denadai e o diretor de Atendimento, Ruy Dias de Souza. Todos bateram na mesma tecla de que não é papel do Sebrae desenvolver tecnologias, mas o de disseminar boas práticas de produção e de comercialização, como também de gestão empresarial. Tecnologias estão disponíveis no mercado.

Logo depois da abertura, os dirigentes do Sebrae fizeram uma visita técnica a empreendimentos apoiados pela entidade nos municípios capixabas de Domingos Martins e Venda Nova, nas áreas de Gastronomia e Agroindústria.





Confrontando os medos da inovação.


                   
Inovar é mais fácil do que se imagina                                                    Inovação aumenta a expectativa de vida do negócio e a lucratividade.
Hoje, a única forma que o País tem de se desenvolver é por meio da inovação. É o que tem pregado o ministro da Ciência e Tecnologia Aloizio Mercadante.                                                               Mas o que tem de ser feito para que a empresa ingresse nesse desafio? O primeiro passo é criar um ambiente favorável [top down], em que os funcionários possam contribuir livremente com idéias que inovem processos, ambiente de trabalho, soluções, segundo Airton Carlini, consultor da Pieracciani, empresa especializada na gestão da inovação, com 19 anos de atuação no mercado.  “Inovar independe de porte e ramo de atuação”, diz o executivo. Ele explica que é importante não deixar os processos de inovação sem gerenciamento. Por essa razão, alguém terá de cuidar deles. “Pode ser responsabilidade de um departamento como TI, Marketing, RH ou P&D, ou um MIX. E a estratégia pode estar apoiada em um site, que reúna ali as idéias e sugestões. A criação de um comitê pode ser uma alternativa eficiente também, pois tem a flexibilidade de unir representantes das diversas áreas da empresa.”A gerente de desenvolvimento de Empresas da Pieracciani, Natali Vanali, diz que os processos de inovação são todos aqueles necessários para transformar as idéias em produtos/serviços/gestão/processos inovadores, de forma a criar vantagem competitiva duradoura para a empresa. Ela destaca os vitais para que a companhia, de fato, possa criar um ambiente favorável à inovação: estruturação de um comitê de inovação, diagnóstico do grau de maturidade da inovação a ser criada, definição da estratégia, definição de métricas e indicadores, definição da estrutura (física e organizacional) de P&D&I, capacitação dos times (lideranças e demais colaboradores aptos a exercer a função) para inovação, estruturação do sistema de incentivo e captura de idéias a serem realizadas, fortalecimento da gestão e projetos, definições de uma política de inovação aberta, definição do processo de acompanhamento e utilização de recursos externos à inovação e a gestão do conhecimento inovativo.


Como tornar as inovações rentáveis Em mercados cada vez mais competitivos, uma excelente maneira de abrir vantagem em relação aos concorrentes é por meio da criação de novos produtos e serviços que atraiam a atenção dos consumidores e desperte o desejo de compra. Você pode utilizar a criatividade e a inovação como alavancas de vendas.
O mercado está em constante mudança, sempre se adaptando às novas exigências dos consumidores. As empresas precisam acompanhar esse ritmo acelerado se quiserem se manter no mercado.
A inovação é o caminho para o empreendedor continuar no gosto da clientela e ter um negócio competitivo.nesta pagina você vera que a inovação é um fator  importantes para as empresas  se destacarem da concorrência e lucrar mais.                                                                                             Como tornar as inovações rentáveis. Você pode inovar no seu negócio utilizando a criatividade e a inovação como alavancas de vendas
Uma excelente maneira de abrir vantagem em relação aos concorrentes é por meio da criação de novos produtos e serviços que atraiam a atenção dos consumidores e desperte o desejo de compra. Considerações sobre os benefícios de se inovar e escolher produtos e processos que fazem de grandes empresas verdadeiros modelos de negócio mostram condições econômicas e culturais que favorecem a inovação.



Em um mercado que a cada dia se torna mais competitivo, onde as diferenças se estreitam, em meio a um temporal de ofertas; as quais deságuam em um mar de promoção cotidiana onde encontramos de tudo como atrativo pela busca de um diferencial que possa ser oferecido como satisfação aos clientes, na tentativa de que posam se sentir satisfeito tornando-os clientes Fidel dignos.  Há um ditado popular que diz: em time que está empatando, não se mexe, antigamente era em time que estava ganhando, mais as coisas andam tão difíceis que empatando é o suficiente. Essa situação nos coloca em uma condição complexa em um mercado tão carente de mão de obra qualificada, o que eleva as percas e reduz as margens de lucros, como enfrentar essa situação adversa  pela busca de produtos de qualidade com menores custos, tornando-se geradores de diferencias na conquista de uma clientela que a cada dia se torna, mais exigente na busca da qualidade com melhores preços.
As redes de hiper mercados a cada dia mais  estão migrando para o auto-atendimento e carnes embaladas a vácuo onde as margens são mais seguras e o problema com mão de obra qualificada e fiscalização são menores. Percas e compensações, é uma compensando a outra; margens menores e preços mais elevados. Os hiper mercados estão saindo de uma tendência onde os clientes migram na contra mão do curso em que as redes de hiper mercados estão indo, a qual é; a busca por produtos personalizados com um atendimento exclusivo tendo  se a oferecer produtos de alta qualidade fracionados o mais fresco possível. A carne no vácuo apesar da sua grande aceitação hoje junto aos consumidores a sua preferência ainda prevalece pela carne dessoçada e trabalhada na loja o que também garante melhores margens e maior satisfação do cliente.
Aqui nos deparamos com uma situação adversa onde buscamos a satisfação do consumidor para conquistá-lo frente a uma enorme concorrência de mercado visando melhores resultados em vendas e margens de lucro, no entanto não caminhamos na mão da razão ou da coerência, garantir margens ou gerar um  diferencial na busca da satisfação do consumidor gerando melhores margens e maior volume de vendas, inovação e criatividade são dois fatores cruciais para se ter um visão do consumidor como cliente Fidel digno.

Inovar é também compreender uma ansiedade do consumidor pela busca de produtos de qualidade; com um mix de produtos que satisfaçam as suas necessidades cotidianas as quais hoje são as mais variáveis, desde qualidade, variedade, quantidade, tipos de atendimento quanto maior o MIX destes produtos maior o volume de vendagem e satisfação.
Produtos voltados a seduzir os consumidores, produtos que encham os olhos e despertem o desejos pelo produto ou pelo menos  deixe-os impactados pelas aparências dos produtos que quando pensarem em consumir aquele tipo de produto desejaram voltar até você por se tratar de um produtos exclusivos.               
Hoje resumimos os consumidores em clientes que buscam a qualidade que supra suas perspectivas em qualidade, atendimento, serviços oferecidos, MIX de produtos e satisfação pelo produto adquirido.
Clientes que buscam qualidade e preços sem perder de vistas os serviços oferecidos e a qualidade zelando sempre pelo preço dos produtos.


E sem duvida há, aqueles que buscam o preço sempre em primeiro lugar sem se importar muito com marcas ou serviços oferecidos mais cuidando também da qualidade pois sem ela é uma promoção furada e não a retorno dos consumidores  a loja.
Para inovar é necessário avaliar a condição em que se está e em quais condições o mercado está operando e o que está oferecendo na atualidade e ai gerar condições para se oferecer um diferencial que supra as necessidades dos consumidores.

O que eles buscam, quais são as suas expectativas; o estão necessitando hoje e quais são suas reais necessidades como consumidores de carnes o que se pode oferecer como diferencial ente aqui e lá? Marca é qualidade? O que o consumidor espera encontrar quando chega a um ponto de venda, e o que ele encontra é satisfatório? Os padrões atendem as suas expectativas?  Ele realmente levara uma boa imagem da empresa e retransmitira essa imagem dará o seu aval informando-o como local para eventuais compras aos seus amigos e nas compras futuras ele voltará? Porque  perdemos ou não conseguimos retransmitir aos cliente a sua real importâncias gerando sua fidelidade na empresa, gasta-se milhões para trazê-lo até o local das suas compras com propaganda e descontos em  mercadorias e em ambientes projetados a dar a sensação de bem estar pessoal envolvendo este consumidor no clima das compras para que ele possa gastar mais e voltar mais vezes mais isso acaba não acontecendo.
Só a inovação, o diferencial, o produto personalizado tem se mostrado eficaz  na fidelização dos consumidores é o que faz com que eles saiam de um lado para outro da cidade enfrentando transito e passando na porta de vários concorrentes até chegar a sua empresa para efetuar suas compras. Isso sim; mostra o que é um cliente fiel; que muita vezes até acha que o produto está um pouco acima da media de mercado mais entende que há um diferencial importante o qual não é encontrado em qualquer lugar, isso eu posso dizer que é um diferencial, cativou o consumidor por um único e exclusivo detalhe o qual as outras empresas não compreenderam que faria toda há diferença na vida do consumidor que agora se tornou seu cliente e a menos que você erre ele continuara assim por muitos anos.


Isso se chama inovação perder o medo de implantar um diferencial identificado o qual é uma necessidade do seu cliente; a qual ele não encontrando em sua empresa  buscara na concorrência e é você mesmo que envia o seu cliente a concorrência para avaliar os diferenciais entre você e eles; então,  evite que seus clientes entrem na concorrências identifique padrões e inove tenha ações que iram demonstrar sua preocupação em satisfazer-los.
Hoje os consumidores buscam bem mais que produtos; ele está há procura de satisfação durante as compras, no consumo do produto e ainda é de seu interesse saber que fez um bom negócio, então; há aqui um conjunto de interesse nos quais ele julga permanecer efetuando suas compras em um mesmo local, pelo qual dizemos que ele se torou cliente.
A geração de produtos personalizados no açougue é um dos fatores que gera o diferencial entre as empresas, as quais hoje sofrem pela falta da mão de obra qualificada no seguimento das carnes por se tratar de um trabalho artesanal, o que torna muito mais difícil encontrar o profissional apto a executar um projeto que influencie os clientes nas compras através de um designer visual;  gerado para levar os clientes as compras; por se tratar de vendas por impulso, onde o produto só é adquirido após o contato visual. Identificar características que elevem as vendas nos açougue é basicamente o visual do produto o qual responde diretamente ao consumidor.

 O brasileiro é um auto consumista de carnes e quando está convidativa ele vai logo enchendo a boca d’água e já imaginando como será o jeito mais apetitoso de se degustar esse delicioso pedaço de carne indiferente do almoço, jantar ou churrasco estimule esse desejo,  eleve sua vontade, faça ele desejar é ai que acontece o diferencial da aparência do produto transformado pelo corte. Cortes geram variedades e qualidade. O fracionamento permite se aproximar o Maximo possível da preferência do consumidor o qual tem os mais variáveis gostos que se possa imaginar. A gente faz  15  cortes da costela trazeira  e atinge a mais alta vendagem do produto por se aproximar dos mais variáveis gostos e também aumentamos  os rendimentos com a agregação de valores por produtos distintos e exclusivos os quais só poderão ser encontrados aqui na nossa  empresa gerando clientes Fidelizados com os produtos e ao mesmo tempo com a empresa.
Crie e inove busque a satisfação do seu cliente e ao mesmo tempo aumente suas vendas.  Um  dos caminhos a seguir é montar uma equipe que também valorize a inovação no açougue e que busque suprir as necessidades dos consumidores em cada estagio das compras desde a sua entrada na área de compra até a sua saída no caixa passando por cada etapa, verificando sempre sua satisfação e necessidades a procura de novos produtos.  Cada detalhe nessa procura e faz uma grande  diferença no resultado final.




                                                          Mercearias e seu poder de vendas


estes são apenas alguns dos principais fatores que estão no dia a dia dos pequenos comerciantes que faturam até 10.000,00 dia,  juntos chegam a dominar 40% das vendas de mercado batendo faturamento de grandes redes.  Hoje na atualidade não conhecem o poder que tem em suas mãos, no entanto levantamentos afirmam que a cada ano aumenta a vida útil das micro empresas e são reduzidos os riscos aumentando sua sustentabilidade, tanto em credibilidade, criatividade, inovação e ousadia. Hoje as micro empresas já sobrevive a incubadora, mais que as empresas européias os índices já apontam que quase 80% resiste aos primeiros 2 anos de abertura e logo na próximos a década chegara aos 95%. Outro dado interessante é que a cada dia mais os pequenos empreendedores se tornam mais participativos na busca pelo conhecimento, tornando os mais capazes de investir em ações de ousadia para alavancarem suas vendas. A situação é que quanto mais estáveis mais acreditam em suas ações e investem com segurança uma fonte de conhecimento a qual tem transformado o deserto dos pequenos empreendedores é o SEBRAE se tornou o braço direito nas ações dos pequenos investidores removendo riscos e traçando caminhos os quais tem levados os empreendedores a novos horizontes. Cidades como Curitiba entre tantas no Brasil tem um reflexo extenso dessa verdade a qual transformara as micro empresa no Brasil na próxima década. Micro empresas passadas de pai para filho sem perder suas características, gerada durante um século de abertura. Elas  permanecem tratando seus clientes com fidelidade em seus produtos de alta qualidade e com um atendimento de primeira, buscando inovações sem perder a sua essência isso demonstra o seu valor junto ao seus clientes. Aonde os filhos e filhas aprenderam a fazer compras. Hoje são filhos dos empreendedores vendendo para os filhos de seus clientes. Pequenos espaços que guardam grandes empresas que aprenderam não só a compreender seus cliente mas a amá-los e reconhecer o seu valor junto a empresa. Entramos na era das doenças psicossomática e a depressão é  a maior dela a segunda é o abalo do sistema nervoso e a outra é a rejeição. Esse fatores fazem aos clientes colocarem em primeiríssimo lugar o tratamento  pessoal recebido junto a empresa a qual ele deixa seu precioso dinheiro.

Juntando fatores,há uma grande tendência de que os consumidores migrem em massa, para fazer suas compras nas mercearias próximas a suas residências com as quais a um relacionamento entre consumidor e empresa, dizendo se de passagem, que a cada dia, o diferencial de preço tem sido cada vez menor entre macro e micro empresas.

Outro fator é que se as pessoas estão doente, doentes também estão as empresas as quais também buscaram relacionamento e vínculos com seus fornecedores buscando colocar em suas empresa produtos de excelência.

Geramos um MIX com varias linhas de produtos e uma extensa variedade de alta qualidade, preços mais competitivos  com produtos mais próximos das necessidades dos consumidores.

A introdução de um MIX de produtos, abre um novo campo de vendas, junto as mercearias e pequenos comerciante que queiram trabalhar com um produto de fácil manipulação, baixo custo operacional, não precisa de mão de obra qualificada com  produtos  frescos. No caso das mercearias as vendas podem ter um acréscimo de até 30% em suas vendas considerando que se esta introduzindo um produto que é gerador de vendas. As carnes aumentam as vendas das redes de supermercados em alguns casos em até 20% das suas vendas.

Modelo de inovação ousadia e coragem para empreender com uma visão focada no mercado,  Mato grosso do sul vem se destacando em suas conquistas no pais, com números bem acima da media nacional no crescimento da suas empresas que chegam a 10 vezes o numero da media nacional,  nos seus diversos setores, o que mostra um novo caminho a ser seguido na conquista dos empreendimentos de cada empresa no mercado Brasileiro.  As empresas mato-grossenses  tem atingido resultados extraordinários  na conquista de seu espaço e se tornaram modelo  para os empresários.

  Esses são fatores indicativos de que as grandes ancoras  enfrentaram um mini loja em cada esquina essa é uma tendência para um futuro bem próximo.                                                                                                                                                                             Quebrando as barreiras da indiferença comercial os pequenos pontos de venda junto a tradição cultural dos consumidores é um dos fatores que refletem essa tendência, e também a as lojas de pequeno porte introduzidas pelas multinacionais, aonde eles também vem adquirindo pequenas redes espalhadas pelo Brasil, pois as mesmas são em seu conjunto um grande potencial de venda, Há, também na Europa está havendo está proximidade com o consumidor, os mesmos tem buscado muito mais que simples produto, e é justamente esses fatores que fazem toda a diferença junto aos seus clientes; as micros empresas no Brasil são responsáveis por mais de 50% da venda direta ao consumidor e é justamente ai que entra a conquista dos consumidores de mercearias; que em alguns estados elas tem o respeito e a atenção dos consumidores que preferem fazer suas compras nas mercearias próximas as suas residências a grandes redes que já não tem grandes diferenciais de preços oferecidos o qual é visivelmente percebido por todos.  Outro fator é o carisma e a atenção dada aos seus clientes gerando a simpatia pela a empresa esquecendo-se  um pouco do fator preço e se apegando ao fator atenção e cuidado e prestatividade o qual é muito mais valorizado pelos consumidores hoje em dia.